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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Birthday




Meus aniversário são ruins. Não sei por que. Parece que depois que eu passei da fase de festas com temas, aniversários são sem sentido. Sem falar que, podendo me decepcionar o ano todo, só escolhem esse dia.

Minha mãe me ensinou que esse dia é sobre mim. Não sobre meus erros, não sobre meus amigos, e nem sobre festas. Sou só eu, feliz por ter conseguido de novo. Feliz por mais um ano, e isso é motivo bastante pra comemorar.

Hoje eu faço 18 anos. Entro legalmente na vida adulta, e vou aproveitar minha ultima noite de insanidade. Vou me divertir muito com os amigos que estiverem comigo, e nada vai me deixar pra baixo. Eu sou uma amiga muito boa, e não ligo pro que pensam de mim. Hoje o dia é meu.

Happy Birthday to me, nem que eu tenha que cantar sozinha.

Eu fiz o melhor que eu pude, e me orgulho de mim mesma. Boa filha, boa amiga, e boa namorada. Eu sou uma pessoa muito boa, apesar do que os outros acham. E hoje é meu aniversário. Hoje o dia é meu, meu, meu. Se quiserem me fazer feliz, ótimo. Mas se não quiserem, eu me faço feliz sozinha.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Medo.




Medo, medo, medo. De ser comum, ou não-importante. Medo de fracassar. Medo de não ter nada só meu, nada pra se admirar. Medo de virar uma dona de casa fracassada. Menos que a mulher que um homem precisa ao lado. Menos que eu.

Medo de ser esquecida, de ser apagada. Medo de ser aquela pessoa que os outros não chamam pra sair, não se lembram o número. Medo de não me fazer lembrar.

Medo de rotina, de estagnação. Medo de fracasso, fracasso, fracasso. Medo de solidão.

Eu costumava ser um pessoa apreciada, até mesmo quando rude. Eu me fazia presente, eu era mais de mim. Eu era um furacão, eu era a festa.

Eu era indomável, imprevisível. Eu era uma puta mulher. Eu não tinha vergonha de ser eu, nem de me expor. Eu não tinha medo que me olhassem, e sempre engoli minha timidez. Eu era corajosa, independente. E me virara muito bem sozinha. Eu não tinha medo. De nada, nem de ninguém. Eu estava certa do sucesso, por que ele só depende de mim. Eu era uma rainha. Orgulhosa por natureza, tão forte que chegava a da medo.

E hoje eu me diminuo. Faço, todos os dias, menos de mim. Medo, medo de nunca chegar a ser a mulher que eu quero ser. De me sentir sempre impropria demais, nova de mais, pequena de mais. Menos do que eu sou.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Inadequada




Eu sinto falta. Da minha vida. De quem eu era, quando tudo era fácil. Sinto falta de pessoas que não me julgavam, não me criticavam. Pessoas que gostam de mim do jeito que eu sou, e não acham nada de errado nisso.

Eu sou o tipo de pessoa que não se importa com a opinião dos outros. Nunca me abalou. Sempre fui visivelmente criticada, mas meus amigos gostavam de mim, e só isso importa. Mas agora meus amigos estão distantes, e confesso que não fiz muita força pra nos reaproximar. E eu sinto falta. Passei tanto tempo ouvindo pessoas dizerem que eu sou inapropriada que acabei acreditando nisso. Me olho no espelho, e vejo todas as coisas das quais desisti.

Mas o que abriu meus olhos foi o cabelo. Sempre tive um problema muito grande com isso. Pode parecer bobagem, mas me atormentou por muito tempo. Eu sempre tive mito cabelo, enrolado, cheio. Passei muito tempo tentando mudá-lo, até aprender a me aceitar. E quando aprendi, gostei do que eu era. Eu era finalmente alguém, eu mesma. E não tinha vergonha disso.

Esse veneno que se entranhou em mim, isso eu preciso curar. Nada mais vai mudar meu jeito de pensar, de vestir ou de ser. Eu vou ser eu de novo, nem que pra isso tenha que passar por cima de tudo. Eu vou voltar a ser a pessoa que eu sempre quis ser. A pessoa que foi criada pra ser.

Então, não. Eu não tenho vergonha de mim. E essa falta, esse pedaço que levaram de mim, pode até não voltar, mas não vai ficar vazio. Eu vou começar agora, como deve ser. Não há nada inapropriado em mim, nada errado. E se alguém tenta me convencer do contrário, não é um amigo de verdade.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Burrice




Burra, burra, burra, é isso que eu sou! Estúpida, tapada!

Eu perdi a prova do vestibular. Errei a data, e quando fui ver, já tinha passado. Agora eu vou ficar mais um ano presa nesse emprego, com gente que eu não gosto, que fazem eu me sentir inapropriada. Não há nada em mim que seja impróprio, e eu não posso deixar que eles me convençam disso.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Sorte de Hoje.




"Sua vida é limitada. Não perca tempo vivendo a vida de outra pessoa."

Acho que eu sei exatamente o que eu tenho que fazer. Só preciso aguentar um pouco mais, e vou me ver livre de tudo isso, pra, finalmente, ser quem eu quiser, e não quem acham que eu preciso ser.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Love will tear us apart.




Eu sei que as coisas estão mudando, e o pior é que não consigo sofrer por isso.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Há Tempos




Eu acho que minha vida vai ser simples. Acho que vai ser normal.

Eu vou ter uma casa, e um marido. Uma moto e um bom emprego. Ir ao cinema em dias de semana, e comer pizza no domingo. Um show de rock uma vez por mês, que é pra manter a alma limpa. Um jardim meio descuidado, um cachorro e um gato.

Eu vou acordar com beijos, e dormir com música. Andar nua em dias de calor.

Tentar cozinhar, mesmo que sempre saia errado. E comprar mais livros do que posso guardar.

Eu vou ter uma vida que os outros chamam de mediocre, mas que me faz perfeitamente feliz. Eu vou ter uma vida boa.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Ordinary




Eu sempre fui comum. Tão normal que era quase a filha do meio. Nunca me destaquei em nada. Meu cabelo é castanho. Meus olhos são castanhos. Minha pele é castanha. Altura mediana, voz mediana. Tudo em mim é incrivelmente marrom.

Eu não faço nada melhor do que os outros. Não há nada em que eu seja especial. Não há nada em que eu seja realmente talentosa. Não há nada que me faça ter orgulho de mim.

As vezes eu queria ser essa mulher, do tipo que as pessoas notam quando chega. O tipo que atrai atenção pra si, bonita, confiante.

Eu queria ter algo em que eu fosse tão boa, que eu gostasse tanto, que nunca mais iria querer parar. Eu queria ser um pouco mais que comum.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Disease



Eu odeio ficar doende. E passar três horas esperando aendimento não melhora meu humor. E tirar sangue também não. E esperar mais também não.

Nçao melhor meu humor ter meu namorado me obrigando a comer brócolis, couve-flor e vitamina, dizendo que eu preciso me alimentar. Eu sei que preciso. Mas, Cristo, eu odeio aquilo.

To tomando mais remédio que paciente terminal, tá frio mas não posso usar cobertor que a febre volta, e tomei dois banhos gelados no mesmo dia.

Faltei trabalho, e nem isso valeu a pena.

E eu continuo morrendo de frio.

sábado, 7 de agosto de 2010

Ele já sabia.




E nossa história não estará
pelo avesso assim
sem final feliz.
Teremos coisas coisas bonitas
pra contar.
E até lá
vamos viver
Temos muito ainda
por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos
O mundo começa agora
Apenas começamos.


E hoje em dia, como é que se diz eu te amo?

quinta-feira, 5 de agosto de 2010




I just know your life's gonna change,
Gonna get a little better,
Moving on the darkest day,
I just know your life's gonna change,
Gonna get a little further,
I can see the feelings changed,

terça-feira, 3 de agosto de 2010

No, Woman no Cry




I don’t like crying. My head hurts and I cant breathe. I don’t like it at all. But, once in a while, I do. I cry. Like a baby. I cry so much that my head hurts and I can’t breathe. I cry for everything that went wrong. And for everything that comes right. I cry for me. I cry for somebody else. I cry for the ones I love. I cry even for those who do not like me. I cry, I don’t even know why. And, when I stop, I feel so bad that looks like I’m sick. I can’t breathe and my head hurts. And it’s wonderful. I feel cleaned up. I feel pure. I feel happy. Because I cry so much that I don’t have anything left to cry for. I have no worries, and no regrets. I just have love and hope inside me. I feel free.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Torcedor de época




Eu só torço pelo Brasil na copa. Não é que eu não goste do meu país. Eu gosto. Mas não vou lutar por um país que ninguem mais luta.

É divertido e sem compromisso. Não vou torcer pela Argentina, ou sei lá. Sem falar que ainda tenho folga do trabalho.

Tipo, agora que esse monte de merda veio pra casa, to torcendo pra Gana. Ou que um Megazorde venha e destrua a Africa do Sul antes do final.

Não vou vestir a camisa o ano todo, nem adianta. Verde e amarelo não me favorecem, desculpa.

E, sei lá. Pode ser hiprocrisia torcer só na copa, mas pra mim é igual final de novela. Odeio o ano todo, no ultimo to lá, torcendo pelo vilão.

Mas Argentina não, Galvão!!!

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Bee, thoven

Não está sendo uma boa semana.



Ever mine




Quase ninguem me conhece. Não podem dizer como eu sou. O que eu sinto, o que eu quero, tudo isso eu guardo pra mim. Não é da conta de ninguem. Não me conhecem o bastante pra dizer quem sou eu, ainda mais pra dizer que eu sou ingrata. Não sou. Tenho muitas caracteristicas desprezíveis, mas essa não é uma delas. Eu sou uma boa amiga, boa namorada e boa filha. Ninguem pode me cobrar mais nada que isso.



Ever thine




Ela é minha metade. O que dói nela, dói mais em mim. E dói não poder fazer nada. Dói saber que quando alguém diz alguma coisa, eu não posso ir lá socar a cara do filho da puta. Dizem pra ela "Você é gorda", como se isso a fizesse feia. Não faz. Não existe mulher no mundo mais bonita. Nem mais talentosa. Ela é preciosa. Eu queria que mais gente notasse.



Ever ours




Ele é minha vida. Só de pensar que eu posso mais não te-lo, me dá vontade de chorar que nem criança. Um filho exemplar, que ficou do lado do pai quando todo mundo tinha lhe dado as costas. Ele não merece desconfiança. Ele não errou. Um pai não deveria mudar com o filho. É filho dele, sempre vai ser. Você não desconta seus problemas em seus filhos. Você não os culpa pelo que dá errado. Você os ama, e só.



Beethoven Love Letter




Eles são eu. São minha família. E eu queria que parassem de tentar nos machucar, por não vão conseguir.


terça-feira, 8 de junho de 2010




Eu nasci com sorte. Eu tenho uma boa vida.

Nunca passei fome, e nunca tive um fardo maior do que eu posso carregar.

Eu sou bonita. Não tenho nenhuma deformidade, nem doença.

Minha mãe me ama.

Eu achei o amor da minha vida, e também minha alma gêmea.

Nunca precisei que ninguém gostasse de mim, por que eu mesma já gosto.

Eu tenho um bom emprego, e quase nenhum problema.

Eu nasci forte, e me curo sozinha.

Meu pai nunca foi um pai, mas eu nunca precisei dele.

Eu sei me cuidar.

Tenho uma promessa de vida a dois que eu tenho certeza, vai funcionar.

Eu não sou rica, nem famosa, nem deslumbrante.

Mas eu sou feliz sim.

Eu tenho sorte.

E minha vida é muito boa.

Quantas pessoas podem dizer o mesmo?

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Metade metade




É estranho quando existe alguem tão parecida com você, que é ela que você espera ver quando olha no espelho. Alguem com a mesma voz. Mesmos gestos. Mesmas ideias. As mesmas singularidades.

Uma pessoa que fala o mesmo que você, do mesmo jeito. Que concorda em tudo.

O mais incrivel, é que mais ninguem nota. Como dizem que somos diferentes, dististas, mas é mentira. Eu sou ela.

E as vezes, só as vezes, eu tenh plena consciencia de que ela é minha. Como uma epifania repetitiva. Minha, e de mais ninguem.

Por que ela sou eu.

sexta-feira, 28 de maio de 2010




Let's go to the park
I wanna kiss you underneath the stars
Maybe we'll go too far
We just don't care
We just don't care
We just don't care

terça-feira, 18 de maio de 2010

Stomachache



Acho que eu to ficando doente. :~

terça-feira, 4 de maio de 2010

Mais do mesmo.

Essa moça aqui fez um questionério genial, com músicas fantásticas. Eu faço também, com menos variedade musical.


1. Descreva-se

Since I was born I started to decay
Now nothing ever, ever goes my way

(Teenage Angst - Placebo)

2. O que as pessoas acham de você?

You're always ahead of the rest
When I'm always on time
You've got A:s on your algebra tests
I failed and they kept me behind
I just gotta get off my chest
That I think you're divine
You're always ahead of the rest
While I drag behind

(Drag - Placebo)

3. Onde queria estar agora?

And I've been waiting all this time
For my man to come, take his hand in mine
And lead me away
To unsailed shores

(Jackie - Placebo)

4. O que pensa a respeito do amor?

Carve your name into my arm
Instead of stressed, I lie here charmed
Cuz there's nothing else to do,
Every me and every you.

Sucker love, a box I choose
No other box I choose to use
Another love I would abuse,
No circumstances could excuse

Something borrowed, something blue
Every me and every you.

(Every me every you - Placebo)

5. Como é a sua vida?

Always stays the same
Nothing ever changes
English summer rain
Seems to last for ages

(English Summer Rain - Placebo)

6. O que pediria se pudesse ter apenas um desejo?

I wanna fall in love with you

I wanna say I do

(I do - Placebo)

quarta-feira, 24 de março de 2010

O caso da esperança.

Entro eu no onibus. Sentou uma menina atrás de mim, na quaal eu reparei por que ela tava de amarelo. Odeio amarelo. Ela no celular começa a falar "Olha, tem uma esperança do lado de fora da janela! Tá pegando um ventinho." Eu tipo, oi, esperança. Como assim? Olho eu pra minha janela, que por acaso estava aberta e vejo. Vejo oq ue? A esperança. Olhando pra mim, cara a cara. Pra quem não conheçe (como eu), fotinho.



Eu, pra quem não sabe, tenho um medo irracional de insetos. Tipo, até de borboletas. Quase saltei do onibus. MAs eu sou forte. Fui sentar na ultima cadeira e fiquei lá.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Shit Happend



Pois é. Tanta coisa rolando que nada faz sentido. Queria ter falado de tantas coisas, mas tantas, que acabei não falando de nada. Preguiça é uma merda.

Mas, pra quem quiser saber, eu to bem. Comprei um notebook. É a coisa mais cara que eu já comprei com meu dinheiro, e isso é alguma coisa. Tive que quebrar meu porquinho. Quase não consegui. Parecia tão errado. Como tentar fazer xixi na cama. Simplesmente não acontece.

O tempo esfriou. Eu gosto. Me sinto tão mais feliz. Passo mais tempo com a minha mãe.

Fiz óculos novos. To cada dia mais míope. E uma míope com fotofobia, pra ficar legal. 

Me revoltei contra o meu país. Que tipo de lugar é essa que nem ao menos tem candidatos a presidente. Me recuso a votar em ladrões e assassinos.

E também não entendo pessoas que acham que pobreza não existe. Que não percebem que horrores como os que vemos agora não acontecem só depois de tragédias. São cotidianos. Só a gente não vê.

E me pergunto por que hoje em dia ninguém faz nada. Balançam a cabeça e falam "Que bom que eu votei em branco!" Bom? Realmente?

Meu computador pifou, e minhas fotos foram junto. Pra uma pessoa com pouca memória, fotos são muito importantes. Mas pratico o desapego.

Sei lá. Quero fazer revolução num país onde ninguém quer. Mas é nosso país, e as pessoas deviam se lembrar disso.


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Privacidade



Cristo, como eu odeio essa invasão. Essa falta de conforto, e exclusividade. Eu odeio pessoas mechendo nas minhas coisas, tocando com suas mãe sujas. Pessoas andando no meu caminho, interrompendo minhas ações. Ocupando espaço só de estar lá, sabe? Só por existir no mesmo espaço que eu.

Pessoas olhando pra tela do computador, me vendo dormir. Entrando num quarto que nem sequer meu é. Interrompendo intimidades. Pessoas fazendo barulho, comendo, roubando meus chocolates. Pessoas sujando minha louça, desarrumando minha cama. Usando minhas toalhas.

Pessoas sentadas no meu sofá. Pessoas conversando na cozinha. Pessoas que entram sem comprimentar. Visitas.

Pessoas passando na frente da tv, pessoas segurando o controle remoto.

Muitas revoltas hoje. Não é um bom dia.

hm.



Merda. Eu odeio me sentir sozinha.

Carnaval de merda



Eu odeio quando as pessoas se divertem mais do que eu. Eu posso até ser horrivel e egoista por isso (esquece, eu sei que eu sou), mas é a verdade. Eu não gosto quando se divertem sem mim, e quando não me levam em consideração. Falei, pronto, me crucifiquem.

Eu não tenho medo de dizer que eu não sou uma pessoal legal. Não sou. Sou egoista, individualista, e possesiva. E nada disso combina com abandono.

Não que meu carnaval tenha sido um total desperdício. Não, tive ótima compania. Só que um namorado com tres costelas quebradas que simplesmente não obedece a ordem de repouso não se dá muito bom com folia.

Então, não. Não venham me dizer que seu canaval foi bom, não estou interessada. É o segundo ano que tentam fuder comigo, e agora encheu o saco. Ou eu me divirto ou ninguém se diverte. Desabafo de baladeira revoltada. Liguem não, daqui a pouco isso passa, e eu esqueço.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Liberdade



A muito tempo não tenho.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010



Essas coisas me aquecem o coração.

domingo, 17 de janeiro de 2010



Se você não me prioriza, eu não te priorizo. Se você muda, eu mudo.