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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Fim de Férias.

Essas féria foram boas. Me diverti, dancei, pulei, fui barrada (vide show do Matanza), tomei banho de mar, me bronziei, me descabelei, andei por aí como quis. To aprendendo a me assumir, a diferenciar o que eu realmente gosto de coisas que eu simplesmente não ligava. Me importando menos com a opinião de pessoas insignificantes. E das importantes também. O que vale é o que eu quero.

Parei de tentar agradar, de tentar ser gentil, de fazer imagem.

Eu não tenho mão firme pra maquiagem e não me importa se borrou. Tenho cabelo de preto, e adoro andar com ele solto. Minha pele é opaca por que eu não como nada plantado. Não sei pintar as unhas, e pinto mesmo assim. Destruo todas as minhas roupas, e uso mesmo assim.

Eu me escondo das pessoas. Não, não sou tímida. Só não gosto de gente. Entro no MSN offline pra ninguém me chamar.

Me descobri mais indecente, mais escrachada. Gritei sem motivo, xinguei quem não devia, fiz barulho pra casa inteira saber que tava dando. Não me arrenpendo de nada. Só de não ter gritado mais, xingado mais, dado mais. E de não ter tomado banho de chuva ainda.

E de agora em diante, vou fazer o que eu quiser. Vou cortar o cabelo, abandonar o computador e voltar a usar batom. Vou estudar e trabalhar, e vou ser a mulher que eu sempre quis ser.

Foram férias ótimas, realmente.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Show do Matanza!

Caralhou! Foi, tipo, muuuuuito bom. Vamos lá, resumo do dia.

Isabelinha veio se arrumar aqui. Mó cara de travesti!! Também, daquele tamanho com aquela maquiagem. Culpa da minha mãe, eu confesso. jade ficou boladona por que os cachos caíram. Sim, ela cacheou o cabelo. Mas caiu. Eu fiz minha maquiagem sozinha, e me senti muito orgulhosa, obrigada.

Pegamos a van, rimos pra caraio, chegamos lá, ganhamos flyers, fomos pra fila, fomos barradas. PARATUDO! Sim, sim, ou melhor, não não. Não deixaram a gente entrar. Só por que não tinhamos identidade pra provar que somos maiores de 18, my dears. Tá, nós NÃO somos maiores de 18, mas quem ia saber??

Tentamos de tudo, até mandamos Isabelinha fazer cara de Cavalona e dar em cima do maluco. Não colou. ¬¬ Apelamos pra tia Eliane, que tava com pena da gente, mas ela não podoa fazer nada. E o Jhonny lá, falando vários bagulhos sobre cadeia, juizado de menores e da gente ser enterrado como indigente.

Enquanto isso, fizemos amizade com os outros barrados, fomos no banheiro, Isabela perdeu 35 reais (!!!), conhecemos mais pessoas, fizemos barulho, brigamos com o Jhonny, enfim. Uma da manhã deixam a gante entrar...

O show do Matanza tava começando. Nunca gritei tanto an minha vida. Perdemos o show da outra banda, mas quem liga?? Matanza é A banda. Pulei, pulei, pulei, gritei, gritei, gritei. Até me acabar. A maquiaem borrou, cabelo desmanchou e eu tava toda amarrotada. Não dei a mínima.

O show acabou exatamente 2:15. Fomos pro boteco da rodoviária esperar amanhecer.

Rimos mais, falamos muito, ouvimos papos super sem nexo do pseudo-conhecido, tiramos foto do gatinho no biscoito, nos despedimos deles, demos oi pro Aloysio. Falamos mais ainda, rimos mais ainda, amanheceu, fomos embora.

Van, risos, enciclopédia do inutil. Casa, finalmente.

Depois disso, caí no sono dos justos, e só acordei muitas horas depois.

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Meaning

Eu acredito que você é o que seu nome diz. Como se ele ditasse sua personalidade. Claro que cada pessoa é diferente, independente de ter o mesmo nome, e isso se deve ao fato de que tiveram vidas diferentes. Mas, em sua essencia, o nome quer dizer muita coisa.

Por exemplo, eu tenho uma amiga com o nome de Mar. Impulsiva, improvável, indomável, traiçoeira até. Por que é assim que o mar é. Poderoso, traga os homens pra dentro dele quando quer. Mas belo, sim, mesmo que terrivel.

O meu nome tem dois significados. Um é a tradução literal do bretão, mar belo, e o outro é o simbólico: aquela que veio do mar.

Eu vivo lá, onde é frio e ninguém quer ir. E onde eu quero que ninguém vá. Faço parte desse espetáculo traiçoeiro, sem medo que ele me jogue às rochas. Penso agora, o que será que quer dizer o nome das outras pessoas?

Jade, a preciosa. E ela é um presente pra quem conheçe.

Isabela, a consagrada de deus. Bonita como ninguém , feita pra agradar com o bom coração.

Débora, a abelha. O que quer ela consegue, e por mais impossível que seja, voa mais alto que todas nós.

Todas mulheres fortes, que fazem tudo por si. Se seguem o que acham certo, não importa o custo.


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sábado, 3 de janeiro de 2009

Trouble.

Puta merda, eu odeio brigar.



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