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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Happy Birthday



you are the dancing queen, young and sweet, only seventeen

dancing queen, feel the beat from the tambourine, oh yeah

you can dance, you can jive

having the time of your life

see that girl, watch that scene

dig in the dancing queen

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Empty



É aquela sensação de que não tem nada esperando por você.


segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Outbreak



Eu sou um vulcão em erupção, babe.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

This is How I Desappear


Sabe, quando parece que niguém te vê?

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Apagão.


E eu sozinha em casa com medo do escuro. Comofaz?

terça-feira, 10 de novembro de 2009

The game tells me "You Lose."



I can feel it. I'm losing you.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Decepção


Eu não espero nada de ninguém. Não forço ninguém a ter compromissos comigo, mas as que tem, eu espero que cumpram. Por que eu cumpro. E se não, o motivo é muito bom. Por que eu odeio deixar as pessoas na mão. Odeio acabar com a diversão. Eu odeio não ter razão. Odeio palavras da boca pra fora. Odeio expectativas. Odeio decepções.

domingo, 25 de outubro de 2009


What I like about you

You hold me tight
Tell me I'm the only one
Wanna come over tonight?

Warm whispering in my ear
Tell me all the things that I want to hear
'Cause it's true
That's what I like about you

What I like about you
You really know how to dance
When you go up down, jump around
Talk about about true romance

Warm whispering in my ear
Tell me all the things that I want to hear
'Cause it's true
That's what I like about you
That's what I like about you
That's what I like about you

What I like about you
You keep me warm at night
Never wanna let you go
You know you make me feel alright

Warm whispering in my ear
Tell me all the things that I want to hear
'Cause it's true
That's what I like about you
That's what I like about you
That's what I like about you
That's what I like about you
That's what I like about you
That's what I like about you
That's what I like about you

sábado, 24 de outubro de 2009

Cruela, coração de pedra.




Amar dói. Machuca. Por que ninguém sabe amar. Não do jeito que você merece ser amado. Não do jeito que se devia amar alguém. Entregar a alguém seu coração é perigoso. Ele pode não perceber que tem algo tão valioso, e acabar quebrando-o. Ou pior. Conhecer o valor, e destrui-lo mesmo assim.

Você pode se decepcionar. Pode se desesperar. Pode achar que sua vida acabou. Se você for fraco o bastante pra isso. Eu sou forte. Não entreguei meu coração a ninguem, por que sabia que não valia a pena. Aprendi a não confiar nas pessoas. Sei o que elas são capazes de fazer. 

Agora, que finalmente o fiz, estou destruída. Estão na mão de pessoas que não posso controlar. Por que não satisfeita em dar o caração a uma única pessoa, eu o parti em dois. E agora não sou mais minha. Sofro por situações e momentos que não são meus. Eu choro. Eu amo. Eu sinto. E, Deus, como isso é horrível.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Every me, Every you.




É viado, já faz um ano. E eu aqui de novo.

É viado, já são cinco anos. E eu sempre aqui.

Você sempre sabe onde me achar e eu aparece sempre que precisar. Nós somos amigas, irmãs, metade metade. E isso nunca vai mudar. Por que mesmo depois de tanto tempo, a gente ainda anda no mesmo passo.

Nosso ano foi meio frustrado, e nossos dias preferidos foram meio sabotados. Parece que ninguém quer deixar a gente se divertir. Mas nos divertimos mesmo assim, até mesmo passando pela Ilha de Lost. E, mesmo com tudo mudando, nós estamos exatamente iguais.

Então, pare de arrancar cabelo e seja mais paciente. Deixe de reclamar da sua mãe e sinta mais saudade dela (eu sei que é difícil quando você a vê o tempo todo, acredite), por que um dia ela vai morrer, e você vai se arrepender de não a ter amado mais. Pare de se sentir vazia, mais quando o vazio é tão grande que sufoca. Você é uma das pessoas mais talentosas que eu conheço (uma das mais bonitas também), e vai conseguir fazer o que quiser (assim que descobrir o que é).

Mas não pense que é pra ser gentil e bege. Por Deus, não. Nós somos más, viado. Sempre fomos. Sempre seremos.

Não guarde tanto ódio das pessoas. Rancor dá câncer. Em vez disso, você fode bastante com a vida delas, até se sentir bem. (Y) Desenhe mais, nem que sejam rabiscos. Escreva mais, nem que fique uma merda. E esqueça o cansaço, mesmo ele sendo tão constante.

Não fique tão preocupada com o dinheiro. Sempre nos divertimos sem nada, e mesmo com esse lugar fodendo com tudo, ainda damos umas boas risadas. Tudo bem, que não dá pra esquecer que tá todo mundo na merda, mas pensar não faz brotar notas de cem das orelhas. Em vez disso, pegue um de seus inúmeros talentos, e faça com ele algo que você goste. Se fizer bem feito, com certeza a recompensa virá. Mas é como diz minha mãe: "Quem trabalha não tem tempo de ser rico."

Muita coisa em volta mudou, viado. E eu aqui dando conselhos que nem mesmo eu consigo seguir.

Meu japaderno está abandonado. Tenho quase certeza que o seu também. Algumas coisas se tornaram mais importantes que outras. Mas eu cntinuo admirando você. Por ser tão intensa. Tão libriana. E que não importe o quão capricorniana eu seja, você ainda me faz sorrir. Inacreditável, não?

Então, girasol, pra manter tradições, feliz aniverssário, ou... whatever.

Every mine.

Every thine.

Every ours.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Friendship.



Eu me distanciei de muita coisa. Dos meu passatempos e distrações. Me distanciei dos meus talentos. Me distanciei a minha casa. Eu me distanciei dos meus amigos. Me distanciei do meu amor. E simplesmente não sei como voltar.


Eu não sei como ser quem eu era. Eu não sei como parar de crescer. Não sei como impedir que outras pessoas tomem o lugar que era meu. Não sei como deixar de ser fria e cruel. Como deixar de ser ciumenta e invejosa. Quero me lembrar de sorrir.


O único problema que é que eu sorrio pras pessoas que importam. E a muito tempo eu não as vejo. Eu comecei a me sentir invisível. Desprezivel. Substituível. Eu não me lembro mais como me tornar importante. Como ser intensa e surpreendente. Eu me sinto cinza.


Me sinto cercada de gente que nunca vai ser como eu. Que nunca vai completar minhas frases e entender o que eu preciso. Que não sabe do meu gosto e não entende sarcasmo. Que não vê o carinho em cada gesto. Gente que eu não amo. Que nunca vai ser parte de mim.


Eu realmente quero minha vida de volta.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Guilty.


Postando escondida no trabalho. Eu me entrego, sou culpada.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009





Eu choro por mim.

Eu choro sem ninguém ver.

Eu choro por lembranças que não são minhas.

Eu choro por heranças perdidas.

Eu choro em finais felizes.

Eu choro em despedidas.

Eu choro por erros bobos.

Eu choro sem motivos.

Eu choro por um mundo que acaba.

Eu choro pelas crianças da África.

Eu choro or um passado esquecido.

Eu choro quando termino um livro.

Eu choro por nostalgia.

Eu choro por insegurança.

Eu choro que nem um criança.

Eu choro não pra mostrar minha fraqueza.

Eu choro pra percerber minha força.

Eu choro sem ninguem notar.

Eu choro sem me consolar.

Eu choro por cães e gatos.

Eu choro por injustiças.

Eu choro por coisas que não podem ser mudadas.

Eu choro por feridas na alma.

Eu choro por não poder fazer nada.

Eu choro por estar de mãos atadas.

Eu choro de raiva.

Eu choro de decepção.

Eu choro por que preciso por pra fora.

Eu choro por obrigação.

Eu choro sem vontade.

Eu choro sempre no fim da tarde.

Eu choro por que fico sozinha.

Eu choro por medo do escuro.

Eu choro quando tenho pesadelo.

Eu choro quando me assusto.

Eu choro quando escrevo.

Eu choro quando ouço uma canção.

Eu choro de desespero.

Eu choro com o coração.

Eu choro soluçando alto.

Eu choro de dor.

Eu choro por incompetencia.

Eu choro por amor.

domingo, 30 de agosto de 2009

Tédio.


Estou sem nada pra fazer. As emoções na minha vida acabaram com as férias. Mas pelo menos eu andei a cavalo hoje. :)

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Eu odeio ser pobre.


E ainda mais não ter emprego. :~

terça-feira, 28 de julho de 2009

Gente

Sou só eu, ou vocês também estão me sentindo meio pra baixo? Ai, horror. Pin up pra animar. xD




segunda-feira, 20 de julho de 2009

Desapontamento.

Odeio. Odeio depender de alguém. Ter que necessáriamente pedir ajuda. A quem não se importa. A quem só aparece pra me dizer o quanto eu sou bonita e inteligente e se gabar por isso. De tudo que eu sou, não devo nada a ele. Nem mesmo um fio de cabelo meu é igual ao dele. Um dia eu almejei ser. Um dia eu o amava. Ele era meu herói. Antes de saber o quão dificil é conseguir qualquer ajuda, ser posta em primeiro lugar, pelo menos uma vez.

Eu não preciso do carinho, nem do apoio. Eu só precisava que fosse o adulto uma vez na vida e me deixasse orgulhosa. Mas a única coisa que vejo é uma felicidade tola, de quem agradece por pouco, podendo fazer melhor. De quem sonha sonhos impossíveis, e não faz nada enquanto isso. Eu vejo tudo voltar pra mim, com aquele tom condescendente, de quem dá um provilégio. Como se eu fosse a ingrata.

Como se eu devesse alguma coisa a ele. Como se fosse constante. Eu não quero presentes caros, nunca os quis. Eu quero um pouco de responsabilidade. Eu quero que ele tome consciencia da única responsabilidade que ele tem (e que é menor do que deveria), e tome conta dela. Quero que ele abra mão de... não sei.

Queria que ele fosse o homem que eu desejo, que me fizesse feliz como quando cantamos juntos. Mas um segundo depois, me decepciona tanto! Cantar não é mais o bastante. Eu exijo mais. E agora percebi que nunca vou ter. Ele não vai vir me amar. Ele vai esperar que eu seja perfeita, que ele possa dizer que ele fez a menina mais linda do mundo. E não vai me dar nada em troca.

Ele não é mais meu pai.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Se a vida fosse um conto de fadas, eu seria a bruxa má.


Não a princesa na torre, nem um principe encantado. Não seria uma caponesa, nem a moça dos doçes. Não seria um flautista, nem a bailarina. Não uma menina de sapatinhos dourados. Eu não seria a vítima. Se meu mundo fosse do da Branca de Neve, eu seria a Rainha. Eu seria a Bruxa Má do Leste.

Eu me sinto observando, distante, como uma guardiã. Eu sinto que eu vou estar no fundo sempre. Por que mesmo nunca notadas, até mesmo as sombras são importantes.

Elas te lembram do perigo. Elas te dizem quando parar. Elas te falam a verdade. Eu falo a verdade. Eu acabo com as esperanças, quando isso é o mais saudável. Eu mantenho não só meus pés no chão. Eu digo até onde é seguro sonhar.

Eu sou a vingativa, a rancorosa. Eu faço o que é necessário, não importa a quem machuque. Eu sou a fria e indiferente. Eu sou aquela que vê, mais nunca sente.

Eu sou Morgana num todo, em todos os sentidos. Eu me viro sozinha. Eu sigo em frente. Eu não definho. Eu sou como um carvalho, resistindo ao vento.Eu sou como o capim, que sabe se esquivar.

Eu guardo maus talentos pra mim. E as vezes eles são tantos que me sufocam. Saltam pelos olhos e pela boca. Pelo ouvidos e pelas mãos. Meu corpo se arrepia, e eu posso sentir até mesmo a terra respirar. Eu pego toda essa vibração, e escondo.

Aquela que se levanta. Aquela que protege. Aquela que permanece.


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quarta-feira, 24 de junho de 2009

Abandono


Abandonei muita coisa. A escola, a faculdade, a profisão. Abandonei meu pai, muitos de meus amigos. E isso me fez um bem imensurável.

Abandonei até o blog (sorry =/), por que reconhecimento de vez em quando importa. Importa fazer o trabalho bem feito, e importa ser feliz fazendo. e eu não era. Talvez seja temporário, mas agora, parece definitivo.

Vou ser um pouco preguiçosa, um pouco desleixada. Um pouco mais firme, e mais decidida. Um pouco mais confiante.

Quando eu me resolver comigo mesmo eu volto. ;)



xoxo.

domingo, 21 de junho de 2009

Eugenio, o gato brigão




Dormindo encima dos meus pés. =)



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quarta-feira, 10 de junho de 2009

Lostzila


Eu estou perdida. Pela primeira vez em muito tempo, não sei o que quero da vida. Eu tinha uma meta, e melhor, sabia qual era. Descobri que não era tão boa assim. Não sei mais o que quero. Só o que não quero. Disso tenho certeza.

Eu não quero fazer faculdade de engenharia. Por que cinco anos é coisa demais pra se gastar fazendo algo que você nem gosta tanto assim. Eu não quero ser dependente dos meus pais pra tudo. Eu quero liberdade. Eu quero moda. E todas as futilidades que agora são importantes pra mim. Eu quero uma casa linda com meu futuro (já reservado) marido. E nenhum filho. Quero carros antigos e roupas pin ups. Quero um pouco de diversão.

Mas eu me sinto tão presa aqui. Como num beco sem saída. Não vejo muitas escolhas.

Eu realmente não sei o que fazer.



xoxo

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Você (I drag behind too)


Eu tenho me sentido muito generosa em relação a meus sentimentos por você. Tenho sentido sua falta.

Na sua persença eu me sinto outra pessoa. Me sinto aumentada. Me sinto diminuída. Me sinto ofuscada e me sinto invejada. Me sinto compreendida e me sinto criticada. Sua presença me oprime, viado. Sua falta também. Sua opinião é importante. Eu me esforço pra que você goste. Faço até sem preceber. Você é importante, bee.

Você sabe o que eu penso sem eu precisar falar. Você sabe o que eu preciso, sem eu precisar pedir. Você me perdoa até quando eu sou a mais escrota das pessoas. Você ri das minhas piadas mais sem graças. Me manda tomar no cu quando eu preciso, e me faz cair na real. Me faz entrar em crise, e depois me tira dela. Você me dá presentes que não valem nada, e eu os adoro. Você nunca me abraçou, e eu não ligo. Nossa distancia é o que nos mantém tão próximas. Nossas diferenças destacam nossas semelhanças.

E há coisas que são só nossas, e ninguém entende, nem explicando. Como o por que te chamar de bee, e por que temos que sentar em pontas opostas. Nós "vamos pelos cantos que é na beirada." Seguimos "um cara que a gente acabou de conhecer em Bangu." (medo nessa parte). E cantamos no trem, falamos rápido demais. Frases pela metade, sem precisar terminar. Estamos numa frequencia mais alta, man, que os outros não conseguem alcançar.

Você é meu centro, meu equilíbrio. É em quem eu me apóio, quem me faz ficar de pé. Você é a única que eu tenho. Se eu pudesse me casava e teria filhos com você. Figurativamente falando.

You are my person.

E eu tenho essa necessidade de ver você feliz. Sua tristeza me entristece. Seu choro me faz chorar. Suas dificuldades de irritam, por que eu nada posso fazer. E as vezes me sinto tão perdida quanto você.

Bem, eu te amo. Whatever.




P.S.: A trilha sonora é toda sua. Placebo faz nossa vida, viado!


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domingo, 10 de maio de 2009

É mesmo.



Créditos.

sábado, 9 de maio de 2009

Mudança de personalidade.


Eu não gosto mais de cores fortes. Percebi que esmalte vermelho me deixa piriguetchi, e que muita maquiagem atrapalha. Cabelo é melhor bagunçado. Roupa é melhor confortável. Brincos são bons pequenos. Batom é bom bem pouco.

Rosa bebê, verde-água, azul, bege. Cinza.

Estou deixando muita coisa pra trás agora. Tirando pesos das minhas costas. Junto com o excesso, vai o passado, as mágoas, talvez o rancor. Junto com as cores, vão pessoas. Junto com elas, chegam outras.

Agora, aparecem o que estava escondido de mim mesma. Meu cabelo que ninguém aprova. Minhas roupas que ninguém gosta. São importantes pra mim, me fizeram notar que a pessoa que eu tenho sido, não é a que eu quero ser.

Mudo de foco, de perspectiva. Mudo de prioridades. Mudo de pessoas. Mudo de cores.


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Dia das Mães.

Atendendo a pedidos (na verdade, um só), estou de volta. Tava cansada, se saco cheio, e sem criatividade. Mas como é Dia das Mães, e minha mãe merece, vim fazer declarações de amor pra ela.

Mãe, obrigada, por me fazer quem eu sou. Sendo metade de quem você é, eu já serei uma grande mulher. Obrigada por me apoiar quando eu precisei, por acreditar quando eu duvidei. Obrigada por esconder os problemas pra que eu não me preocupasse, por dizer que estava tudo bem. Obrigada por ver em mim a sua vida, e por me amar mais que tudo. Obrigada pelas brigas, obrigada pelo sermão. Obrigada por se decepcionar comigo, me fez uma pessoa melhor. Obrigada por ser linda e parecer minha irmã. Obrigada por me ensinar. Obrigada pelos passeios, obrigada pelos presentes. Obrigada por cuidar de mim.



Presentêcho da Momy>>



Ela simplesmente a-do-ra caixas. Tenho que dizer que eu também. ^^ Tchau pra quem fica, beijomeliga.



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domingo, 12 de abril de 2009

Todo mundo ama a Marilyn

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Show do Kiss

Eu ia postar sobre o show, sobre o quanto foi bom, o quanto eu pulei. Que pintamos a cara de tres marmanjos, e que o Sérgio ficou triste por que não deu tempo de pintar a dele. Ia falar que eles ainda que velhos estão ótimos, e que os efeitos estavam fodas. Que o povo enlouqueceu quando eles tocaram Rock 'N' Roll All Night. Que a latinha tava 5 reais (!), e que choveu pra caralho. Que no fim o povo deixou a gente lá sem saber como coltar pra casa. Demos uma volta do caralho, chegamos em casa as 3 da manhã, molhados, com sono e felizes como nunca. Eu até ia falar que o Sérgio comprou uma bandana escrito "Eu Fui". Mas não quero. É feriado, eu não tenho nada pra fazer, e pretendo cotinuar assim. ^^


Em vez diso, vou falar da caixa linda que minha mãe me deu, olhem:

































Linda, não é? Eu não sou fã da Hello Kitty, mas não ligo. Me apaixonei.

Então, pra vocês que ficam, beijos, até outro dia.



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sábado, 4 de abril de 2009

Get me bodied.




Finalmente, um dia só pra mim! Pra me arrumar pra mim mesma, sair montada de casa, dançar até o chão sem me preocupar com nada. Sem escola, sem amigos, sem mãe, sem namorado. Só eu a a música.

Finalmente, nada vai estar na minha cabeça.




Ai, o mundo é justo.




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quarta-feira, 18 de março de 2009

Qualquer coisa por uma boa noite de sono.



To cansada. De estudar, de andar, de não dormir. De postar, até. Aliás, esse vai ser curto, por que eu preciso cochilar, pelo menos.

Eu não tenho mais vida. Não tenho tempo nem pra descansar. Nem pra ver o namorado! Triste, né?


Brigada pela solidariedade.




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domingo, 8 de março de 2009

Atrasada.

Quando se chega na puberdade, as meninas mudam muito. Os meninos também, mas não é esse o ponto. Muda o humor, a aparencia, os pensamentos, e as vontades. Nessa época elas ficam alvoroçadas, olhando pro garotos, quando na verdade eles só vão se interessar bem mais tarde. Elas ficam vaidosas e competitivas, brigam muito. Mulher não é um bicho muito certo da cabeça.

Eu não fiquei assim. Não sei por que. Quando era bebê, minha mãe me vestia de boneca, com direito a lacinhos e tudo. Desde criança, sou diferente. Não gostava de brincar, preferia ficar sozinha. Nunca muito sociável. Na época em que garotas pensavam em garotos e batom, eu detestava. Passei bons anos me vestindo de moleque, de calça jeans e blusa larga. Cabelo sempre preso, tenis sempre sujo. Quase infartei minha mãe.

Com uns 14 anos, melhorei um pouquinho. Usava roupas melhores, mas tinha aversão a maquiagem e jóias. Brincos eram a morte. Não sei o que foi. Deve ter sido falta de hormônio, sei lá. Sei que cresci atrasada, fazendo tudo depois dos outros já tinham feito, e até mesmo quando já tinham esquecido. Sei lá, post sem nexo.

Agora eu tenho 16. Nunca pensei tanto em maquiagem na vida, juro. Não saio de casa sem base e delineador. Deus me perdoe. Sem falar nos vestidos, e nos saltos. Depois de tanto tempo evitando, parece que uma habilidade natural surgiu em mim. Feminilidade a flor da pele. Por que será?



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terça-feira, 3 de março de 2009

Love me Tender



Só isso. Me ame de volta, como eu te amo, desde a primeira vez. Desde que ouvi sua voz, me pedindo pra casar. Desde que disse sim. ^^



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sábado, 28 de fevereiro de 2009

Distancia.

O que é isso? De onde surgiu? E o pior, como se tornou tão grande? Como deixamos essa barreira se formar entre nós, sem ao menos perceber?

Eu tinha a sensação de que estave te perdendo. Como se eu tentasse te segurar, e você tentasse se soltar. O que eu não sabia é que pra você era o mesmo.

E como voltar ao que era? Como consertar, se não sei o que está errado? Tudo que sei é que não quero que termine, e que só esse pensamento mata meu coração.

E como me deu medo aquela sua dúvida. Como me deixa aflita esse conversa de fim.

Como recuperar o calor, a alegria? Como fazer parar de ser automático, mecânico? Como trazer de volta as brincadeiras e os velhos costumes? E, mais ainda, se voltarem, vai adiantar?

Como ser boa o bastante?

Como te fazer feliz?



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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Carnaval

Tudo conspira pra levar meu feriadão pro fundo do poço. Passei sábado de carnaval sozinha em casa, sem ter ninguém pra brincar comigo. Ninguém mesmo. Todo mundo que podia mais ou menos fazer minha alegria foi alegrar em outro lugar.

Minha mãe, festeira de primeira, tava fazendo plantão de 24h no hospital. Naõ a invejo. u_u Meu namorado, que não gosta de carnaval, mas gosta de mim (y), tava trabalhando também. Nem sexo a pessoa pode ter.

Meu amigos, todos tinha lugares melhor que esse fim de mundo. As outras opções me fariam querer me jogar debaixo do trem antes da meia noite. Prefiro ficar em casa.

Sei que não é certo, mas como a pessoa rancorosa que sou, fico puta por que todos se divertiram e eu não. Ou melhor, por que se divertiram longe. Tá não é sua culpa se você foi chutado de casa, mas por favor, me poupe sa sua alegria.

Se eu passar outra noite dessas vou ter uma úlcera.



Ai Deus, eu preciso beber.


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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Lealdade [2]

Quando começa, e quando termina? Até onde você tem o direito de contar os segredos que não são seus?

Quando deixa de ser verdadeiro, pra ser falso?

Quando deixa de ser leal, pra ser desrespeitoso?

Quando deixa de ser escolha pra ser traição?

Quero que alguém me diga. Por que ás vezes me sinto culpada por coisas que não sei se são erradas.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Fim de Férias.

Essas féria foram boas. Me diverti, dancei, pulei, fui barrada (vide show do Matanza), tomei banho de mar, me bronziei, me descabelei, andei por aí como quis. To aprendendo a me assumir, a diferenciar o que eu realmente gosto de coisas que eu simplesmente não ligava. Me importando menos com a opinião de pessoas insignificantes. E das importantes também. O que vale é o que eu quero.

Parei de tentar agradar, de tentar ser gentil, de fazer imagem.

Eu não tenho mão firme pra maquiagem e não me importa se borrou. Tenho cabelo de preto, e adoro andar com ele solto. Minha pele é opaca por que eu não como nada plantado. Não sei pintar as unhas, e pinto mesmo assim. Destruo todas as minhas roupas, e uso mesmo assim.

Eu me escondo das pessoas. Não, não sou tímida. Só não gosto de gente. Entro no MSN offline pra ninguém me chamar.

Me descobri mais indecente, mais escrachada. Gritei sem motivo, xinguei quem não devia, fiz barulho pra casa inteira saber que tava dando. Não me arrenpendo de nada. Só de não ter gritado mais, xingado mais, dado mais. E de não ter tomado banho de chuva ainda.

E de agora em diante, vou fazer o que eu quiser. Vou cortar o cabelo, abandonar o computador e voltar a usar batom. Vou estudar e trabalhar, e vou ser a mulher que eu sempre quis ser.

Foram férias ótimas, realmente.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Show do Matanza!

Caralhou! Foi, tipo, muuuuuito bom. Vamos lá, resumo do dia.

Isabelinha veio se arrumar aqui. Mó cara de travesti!! Também, daquele tamanho com aquela maquiagem. Culpa da minha mãe, eu confesso. jade ficou boladona por que os cachos caíram. Sim, ela cacheou o cabelo. Mas caiu. Eu fiz minha maquiagem sozinha, e me senti muito orgulhosa, obrigada.

Pegamos a van, rimos pra caraio, chegamos lá, ganhamos flyers, fomos pra fila, fomos barradas. PARATUDO! Sim, sim, ou melhor, não não. Não deixaram a gente entrar. Só por que não tinhamos identidade pra provar que somos maiores de 18, my dears. Tá, nós NÃO somos maiores de 18, mas quem ia saber??

Tentamos de tudo, até mandamos Isabelinha fazer cara de Cavalona e dar em cima do maluco. Não colou. ¬¬ Apelamos pra tia Eliane, que tava com pena da gente, mas ela não podoa fazer nada. E o Jhonny lá, falando vários bagulhos sobre cadeia, juizado de menores e da gente ser enterrado como indigente.

Enquanto isso, fizemos amizade com os outros barrados, fomos no banheiro, Isabela perdeu 35 reais (!!!), conhecemos mais pessoas, fizemos barulho, brigamos com o Jhonny, enfim. Uma da manhã deixam a gante entrar...

O show do Matanza tava começando. Nunca gritei tanto an minha vida. Perdemos o show da outra banda, mas quem liga?? Matanza é A banda. Pulei, pulei, pulei, gritei, gritei, gritei. Até me acabar. A maquiaem borrou, cabelo desmanchou e eu tava toda amarrotada. Não dei a mínima.

O show acabou exatamente 2:15. Fomos pro boteco da rodoviária esperar amanhecer.

Rimos mais, falamos muito, ouvimos papos super sem nexo do pseudo-conhecido, tiramos foto do gatinho no biscoito, nos despedimos deles, demos oi pro Aloysio. Falamos mais ainda, rimos mais ainda, amanheceu, fomos embora.

Van, risos, enciclopédia do inutil. Casa, finalmente.

Depois disso, caí no sono dos justos, e só acordei muitas horas depois.

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Meaning

Eu acredito que você é o que seu nome diz. Como se ele ditasse sua personalidade. Claro que cada pessoa é diferente, independente de ter o mesmo nome, e isso se deve ao fato de que tiveram vidas diferentes. Mas, em sua essencia, o nome quer dizer muita coisa.

Por exemplo, eu tenho uma amiga com o nome de Mar. Impulsiva, improvável, indomável, traiçoeira até. Por que é assim que o mar é. Poderoso, traga os homens pra dentro dele quando quer. Mas belo, sim, mesmo que terrivel.

O meu nome tem dois significados. Um é a tradução literal do bretão, mar belo, e o outro é o simbólico: aquela que veio do mar.

Eu vivo lá, onde é frio e ninguém quer ir. E onde eu quero que ninguém vá. Faço parte desse espetáculo traiçoeiro, sem medo que ele me jogue às rochas. Penso agora, o que será que quer dizer o nome das outras pessoas?

Jade, a preciosa. E ela é um presente pra quem conheçe.

Isabela, a consagrada de deus. Bonita como ninguém , feita pra agradar com o bom coração.

Débora, a abelha. O que quer ela consegue, e por mais impossível que seja, voa mais alto que todas nós.

Todas mulheres fortes, que fazem tudo por si. Se seguem o que acham certo, não importa o custo.


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sábado, 3 de janeiro de 2009

Trouble.

Puta merda, eu odeio brigar.



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